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A importância de invocar o nome do Senhor Indique para um amigo

INVOCAR O NOME DO SENHOR PARA DESFRUTAR A CRISTO COMO TUDO PARA A VIDA DE REUNIAO DA IGREJA

Ao invocar “Ó Senhor Jesus” podemos desfrutá-Lo como tudo, como cada ponto em 1 Corintios. Quando dizemos, “Ó Senhor Jesus!”, O desfrutamos como o fundamento. “Ó Senhor Jesus!”, e O desfrutamos como o primeiro, o segundo e o ultimo. “Ó Senhor Jesus!”, e O desfrutamos como comida e bebida. Temos que aprender a invocar “Ó Senhor Jesus!”.

O invocar “Ó Senhor Jesus” resulta em uma presença constante e calorosa dentro de nós. Quando invocamos o Senhor, tem uma presença divina dentro de nós que nos abriga e nos traz um gozo transbordante. Precisamos invocar o nome do Senhor durante toda a nossa ocupação, em toda ocasião e em todo lugar, com nossa boca, no espírito e no coração. Precisamos abrir nossa boca, exercitar nosso espírito e abrir nosso coração. Invocar o nome do Senhor é experimentar a Trindade divina.

Os problemas na vida da igreja não podem resolver-se por meio de nenhum método humano. Há mais de 50 anos comecei a trabalhar no ministério, e freqüentemente os santos vinham a mim com problemas. A maioria desses problemas se relacionava com o casamento. Eu cria que podia dar aos santos algum método de solucionar seus problemas, mas com o tempo soube que isto não funcionou. Ao ler a santa Palavra, me dei conta de que nós não podemos resolver nenhum problema. A única maneira de solucionar os problemas é lhes ministrar este Cristo desfrutável. Comecei a dizer às pessoas que tinham que experimentar a Cristo e tomar a Cristo como sua vida e suprimento de vida.

Apesar de compartilhar isso com os santos nos anos 40, eu não havia visto o assunto de invocar o nome do Senhor. Por volta dos anos 1966 a 1968 começamos a prática de ler-orar a palavra e invocar o nome do Senhor no local Elden em Los Angeles. O local Elden é um memorial de ler-orar e invocar o nome do Senhor. Numa reunião à tarde, os santos leram e oraram todo o livro de Efésios. Foi maravilhoso. Nossas reuniões estavam cheias de “Ó Senhor Jesus! Amém!”.

Um dia, em uma reunião, me coloquei de pé e disse aos santos que todos eles podiam dizer algo. Quando disse isto aos santos eu mesmo não sabia que dizer que pudessem dizer. Então disse: “Todos vocês podem dizer quatro palavras”. Naquele momento eu não sabia quais eram as palavras que lhes dizia que dissessem. Então disse: “Todos vocês podem dizer: “Ó Senhor, Amém, Aleluia!”. Praticamos dizendo “Ó Senhor, Amém, Aleluia!” por um tempo. Pensei que havia cometido um erro na ordem dessas palavras ao dizer aos santos que dissessem “Amém” antes de “Aleluia” em vez de dizer “Aleluia, Amém”. Então eu verifiquei com o Novo Testamento. Na realidade, a maneira bíblica não era “Aleluia, Amém”, mas “Amém, Aleluia!” (Ap 19:4). Naqueles anos cantamos várias vezes o seguinte hino:

O Cristo agora é o Espírito,
Espírito que vida dá.
O Cristo agora é o Espírito,
Pois com teu espírito diz:

Senhor, Amém!
Senhor, Amém, Aleluia!

Nesses dias, por volta do ano 1969, estávamos “loucos” no desfrute de Cristo. Todos os dias os santos invocavam “Ó Senhor Jesus, Amém!”. Antes daquela época muitas poucas vezes dizíamos: “Amém”. Agora dizer “Amém” tornou-se um hábito entre nós. Hoje em dia, cada vez que se encontra com um irmão, você diz: “Amém”. Este irmão responderá dizendo: “Amém”. Nosso habito de dizer “Amém” veio do cântico que já mencionei. Quando dizemos “Ó Senhor, Amém, Aleluia!”, temos que testificar que desfrutamos o Senhor. Ninguém pode negar isso. Alguns discutiam comigo dizendo que o que ensinávamos era algo meramente psicológico. Respondi dizendo: “Pode ser psicológico. Provemos invocando: “Ó Jorge Washington”, ou “Ó Confúcio””. Quando invocamos esses nomes não há sensação de que algo se move dentro de nós nem mesmo há sensação de desfrute. Mas cada vez que invocamos: “Ó Senhor Jesus”, algo por dentro nos toca, nos unge, e se move dentro de nós. O que sentimos por dentro é muito querido, mui amoroso e muito doce. Nesse tipo de oração há uma presença calorosa dentro de nós porque Ele está morando e movendo-se em nós. Quando mantemos a boca fechada, é difícil que Ele se mova em nós. Mas quando dizemos: “Ó Senhor Jesus, Amém!”, Ele se move dentro de nós.

As vezes pessoas me perguntam: “Irmão Lee, qual é o segredo de sua saúde? Como pode você viver tantos anos?” Um segredo é “Ó Senhor Jesus”. Se você tem indigestão, prove invocando “Ó Senhor Jesus” por cinco minutos. O invocar o ajudará a digerir sua comida. Invocar o Senhor o fará feliz, tirará suas cargas e especialmente tirará sua ansiedade humana. Na vida humana dia após dia há ansiedade contínua. Os que invocam “Ó Senhor Jesus” várias vezes durante o dia não tem ansiedade. Invocando o Senhor, toda nossa ansiedade se vai. O Senhor mora dentro de nós. Precisamos abrir nossa boca, exercitar nosso espírito e abrir nosso coração para liberar a Jesus invocando Seu nome. Dessa maneira O desfrutamos em todos Seus aspectos maravilhosos em 1 Coríntios. O aspecto final desse livro é que Cristo é o Espírito que dá vida. Quando invocamos: “Ó Senhor Jesus!”, desfrutamos o Deus Triúno e todos nossos problemas se resolvem. Após ver esse assunto, comecei a ministrar aos santos de maneira diferente. As esposas ou os maridos vinham visitar-me com problemas, e me perguntavam o que fazer. Eu lhes dizia que simplesmente precisavam invocar: “Ó Senhor Jesus”. Os exortava que precisavam aprender a dizer: “Ó Senhor Jesus, ó Senhor Jesus”. Alguns me perguntavam que deveriam fazer com seu mal temperamento. Eu lhes dizia que quando estivessem a ponto de perder a paciência, deveriam dizer: “Ó Senhor Jesus, ó Senhor Jesus, ó Senhor Jesus!”. Se invocarmos o nome do Senhor várias vezes se nos iria o mal temperamento e viria o gozo. Há quase 20 anos que tanto praticávamos o invocar, mas hoje o praticamos tão pouco. No ano de 1969 quando chegávamos ao local, a reunião estava cheia de “Ó Senhor Jesus”. Mas hoje nossas reuniões estão cheias de mudez. Que o Senhor restaure o “Ó Senhor Jesus” entre nós. Todos nós temos que aprender a dizer: “Ó Senhor Jesus, ó Senhor Jesus!”.

Quando eu era um crente jovem me ensinaram que temos que dar-nos conta de que fomos crucificados com Cristo e considerar-nos mortos. Eu tratava de dar-me conta de que fui crucificado com Cristo e considerar-me morto com Cristo, mas isso não funcionou. Logo descobri o que funcionava de fato, e isso era dizer: “Ó Senhor Jesus”. Quando você invoca o nome do Senhor, experimentará Sua morte e Sua ressurreição. Por volta do ano 1969 demos muitas mensagens sobre o invocar o nome do Senhor. Nossos lares devem estar cheios do invocar o nome do Senhor.

Quando saímos para batizar pessoas e estabelecer reuniões em suas casas, espero que tomemos a iniciativa em invocar o nome do Senhor, guiando os novos crentes a invocar o nome do Senhor Jesus. Isso fortalecerá, enriquecerá e estabelecerá as reuniões nas casas. Todos nós precisamos fazer isso. A pregação em letras mortas não funciona. Devemos crer no Espírito vivo, que se move quando invocamos o nome do Senhor Jesus. Cada vez que dizemos: “Senhor Jesus”, sentimos por dentro que o Espírito vivo nos toca.

Invocando o nome do Senhor, desfrutamos de todos os aspectos do que Ele é, e temos uma posição, um terreno, uma base e um forte apoio para vir a reunião. Quando vimos à reunião invocando o nome do Senhor, vimos como uma pessoa viva cheia de Cristo. Se somos os que invocamos o nome do Senhor, não nos será necessário tratar de pensar no que dizer na reunião. Se abrimos nossa boca, algo de Cristo sairá de nós. Esta é a maneira de ter as reuniões da igreja. Se todos nós estamos dispostos a ser pessoas que invocam o nome do Senhor Jesus varias vezes dia após dia, cada vez que nos reunimos a reunião será rica, viva e será uma exibição verdadeira de Cristo. O hino 404 (português) declara no coro:

Sim, Cristo exibir,
Sim, Cristo Exibir!
À igreja Seu sobejo dar,
E Cristo exibir!

Precisamos trazer o sobejo de Cristo a todas as reuniões a fim de exibir a Cristo. Precisamos desfrutar a Cristo em nossa vida diária, e reunir-nos para exibi-Lo.


Extraído do livro “LA MANERA ORDENADA POR DIOS DE PRACTICAR LA ECONOMIA NEOTESTAMENTÁRIA”,
Anaheim, Treinamento de Junho 1987 (págs. 43-48).

 

 

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